A Google lançou oficialmente o plano para seu novo prédio, de 92 mil metros quadrados, a ser construído em Londres a partir de 2018.

Projetado por Bjark Ingels Grupo e pelo Estúdio Heatherwick, o prédio será erguido com 11 pavimentos de altura e 329m de comprimento. Ele será paralelo às plataformas da estação de trem King’s Cross e seu tamanho na horizontal irá superar a altura da maior torre da Europa, a The Shard (também localizada em Londres).

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As plantas baixas do edifício mostram espaços voltados ao bem-estar dos funcionários, como piscinas, salas de massagem, academia, ginásio poliesportivo e pista de corrida. Na cobertura haverá um parque com canteiros de flores, hortas e pomares de diversos tipos de árvores frutíferas.

Uma trilha de 200m corta o terraço. Por lá os funcionários podem pegar comida em um dos 4 cafés espalhados pelo percusso. O maior deles conta com 3 pavimentos e um promenade com vista para a estação.

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Combinando o novo prédio com as edificações que a Google já possui no entorno, haverá espaço suficiente para 7.000 funcionários.

Heatherwick argumenta: “influenciados pelo entorno, nós tratamos o novo prédio da Google como uma peça de infraestrutura, feita a partir de uma família de elementos intercambiáveis que asseguram que o prédio e suas áreas de trabalho continuarão flexíveis pelos anos à frente”.

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A sustentabilidade é uma característica forte do projeto. As plantas do edifício mostram espaço para 686 bikes, com apenas 4 vagas para carros, enquanto painéis solares no terraço proporcionam 20MWh de energia por ano. Nas fachadas externas, brises de madeira motorizados servem para manter a luz solar direta controlada.

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Essa tipologia de edificação está na vanguarda da arquitetura contemporânea. A futuróloga e autora norte-americana Amy Webb declarou, no relatório What the Future, que o conceito se tornará muito popular nos Estados Unidos nos próximos 20 anos.

“Os landscrapers inaugurarão um novo modelo de cidade que se propõe a tornar a vida mais fácil e realista”, argumenta a autora, que é especialista em identificar tendências socioeconômicas, geopolíticas e comerciais usando dados quantitativos.

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Resta saber, quando essa tendência chegará ao Brasil?

 

Fonte: The Guardian e CicloVivo

 

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